
Era inverno. Fazia frio. A história, tantas vezes repetida pelo destino voltava a repetir-se. Primeiro haviam se criado instrumentos para uso, haviam-se erguido civilizações, impérios crescido, o conhecimento aumentado, o mundo girado e tudo era maravilhoso. Agora, Ele, que tinha feito tudo, uma vez mais voltava a descer por entre os comuns dos mortais. Trazia consigo botelhas, e dessas botelhas fez escorrer por entre estes pobres mortais o seu néctar.
O bondoso Baco havia feito correr sobre nós rios do seu sagrado néctar! E assim, uma vez mais a história se recriava! E daqueles fígados de néctar saciados nasceu uma ideia, nasceu uma Tuna, a Baco's Tuna, nome em honra ao seu patrono, e das frondosas terras Transmontanas e Alto-Durienses onde seu mais precioso lícor era germinado!
E desde esse dia, que aqueles que beberam do precioso lícor se tornaram mais que simples mortais, tornaram-se Baco's, e hoje seguem cantando por aí seguidos de perto pelos seus pequenos rebentos, os baquinhos, pequenos seres deleitos por néctar, os aspirantes a baco, caçulas que tentam sofregamente provar o lícor dos Deuses, e os caloiros, simples mortais em busca de um abrigo junto dos Baco's.
Por isso, a todos vós, sedentos do sagrado néctar, vos convidamos a virem para a Baco's Tuna, uma tuna mista de Vila Real.
AVÉ BACO!